O coração deixa de buscar alguém para preencher vazios. Agora deseja transbordar o que recebeu de Deus. Porque quando a alma se encontra com o céu, não é mais sobre procurar no outro um refúgio; é sobre ser abrigo, também. É sobre ter paz no singular, sem a pressa de viver no plural.
O amor singular não é solidão. É liberdade. É entender que Cristo basta, e quando Ele basta, o resto é bênção
não necessidade.
E se um dia houver partilha, será para somar, nunca para suprir carências. Será para caminhar lado a lado, não para se apoiar no outro a ponto de cair se ele se afastar. Porque quem ama de verdade, primeiro aprende a ficar inteiro em Deus.

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